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Os objetos de intervenção, como propomos, se definem nas relações de força. Há uma relação dinâmica de forças, interesses, projetos, na dialética universal/particular/singular na ação profissional que constituem situações de intervenção nos espaços institucionais e profissionais.
V. P. Faleiros Estratégias de serviço social. São Paulo: Cortez, 1997, p. 33.
São relativamente simples as relações dos profissionais com as instituições, pois essas relações são mensuradas por atribuições profissionais que definem o papel do profissional como aliado da instituição, não dos seus usuários.