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A reorganização espacial da economia brasileira acompanhou as modificações substanciais do modo de inserção do Brasil na economia-mundo. A formidável expansão do sistema capitalista mundial no pós-guerra foi acompanhada pelo Brasil, já não somente como exportador de mercadorias, mas, devido à marcante presença do Estado na oferta de empresas nacionais e campo de investimentos, produtivos de empresas nacionais e multinacionais.
BECKER, B.; EGLER, C. Brasil, uma nova potência regional na economia mundo. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011, p. 112.
Um dos elementos que corroboram o modo de inserção do importações com base no modelo estatal do tripé econômico que vigorou até os anos 1990: