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Em um hospital, uma paciente transgênero de 28 anos foi admitida na unidade de emergência após um acidente. Durante a avaliação inicial, a equipe de enfermagem, composta por profissionais recém-formados, começa a discutir de forma inadequada sobre a identidade de gênero da paciente, questionando o nome e o sexo designado ao nascimento. A equipe, embora não tenha formação para lidar diretamente com essa conversa, opta por não intervir e segue com os procedimentos de atendimento sem esclarecer a situação para a equipe. Considerando a ética profissional e a legislação vigente, a postura mais adequada da enfermeira responsável diante dessa situação deve ser: