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Por que cada vez mais países enviam missões à Lua?
Com a missão lunar Chandrayaan-3, a Índia se tornou na quarta-feira (23) o primeiro país a pousar no polo sul da Lua. Quatro dias antes, uma outra missão, a russa Luna-25, fez uma tentativa de chegar ao satélite natural da Terra, mas falhou. Foi a primeira missão lunar operada pela Rússia desde 1976.
Essas são duas tentativas recentes feitas por países para explorar a Lua, cerca de 50 anos após as últimas missões da corrida espacial promovida pelos Estados Unidos e pela antiga União Soviética durante a Guerra Fria (1947-1991).
Atualmente diversos países, como os Estados Unidos, Rússia, China, Índia, Japão e Coreia do Sul, têm realizado missões espaciais não tripuladas para explorar a Lua, e se preparam para enviar humanos nos próximos anos.
Até hoje apenas EUA e a antiga União Soviética conseguiram realizar pousos tripulados no satélite terrestre. Além deles, a China conseguiu fazer pousos não tripulados na Lua.
As missões lunares atuais têm como objetivo mapear o polo sul da Lua, onde há suspeita de que haja água congelada e outros recursos minerais. Essas missões também visam aperfeiçoar questões tecnológicas para o posterior envio de tripulações ao satélite.
Poucos países tiveram sucesso em pousar no satélite, o que dá prestígio aos que conseguirem entrar no seleto grupo – a Índia se tornou o quarto país a conseguir o feito. Além disso, há muito o que se estudar e descobrir sobre o espaço em geral e a Lua, em particular. Uma série de leis e tratados internacionais tenta organizar a exploração fora da Terra.
Na frase, “Quatro dias antes, uma outra missão, a russa Luna-25, fez uma tentativa de chegar ao satélite natural da Terra, mas falhou” (1º parágrafo), o termo destacado introduz uma: