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Paciente com seis anos de idade veio ao ambulatório de Pediatria com queixa de aumento de volume em região inguinal direita, que teve início há mais ou menos três semanas, e que vem aumentando diariamente. Refere brincar no quintal do vizinho, que tem papagaio, dois cães idosos e três gatos, sendo que um deles tem menos de seis meses de idade. Já sofreu mordidas e lambeduras de todos aqueles animais de estimação. Ao exame, o menor apresenta bom estado geral, afebril, hipocorado +/4+. Otoscopia, orofaringe, aparelho respiratório e cardiovascular sem alterações. Abdome flácido, indolor à palpação, sem visceromegalias. Axilas direita e esquerda e região inguinal esquerda sem adenomegalias. Presença de adenomegalia inguinal direita de 8 cm de comprimento e 2,5 cm de largura, dolorosa à palpação, consistência endurecida e sem sinais flogísticos. Membros sem edema, com limitação à flexão do membro inferior direito devido a grande adenomegalia. Apresentou no resultado de exames laboratoriais: leucocitose discreta, eosinofilia e aumento do VHS. Radiografia de tórax e ultrassonografia abdominal e pélvica sem alterações. Os achados patológicos evidenciaram uma linfadenite granulomatosa. O agente patógeno responsável pela principal hipótese diagnóstica é: