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Não devemos dar um significado pejorativo à “esmola” que é dada hoje como era feito no passado, associando-a às pessoas que passam fome. É um ato de solidariedade da sociedade civil, através das suas empresas, instituições e pessoas comuns que, em face da tragédia e do sofrimento, mobilizam-se para testar o mínimo da assistência indispensável à própria sobrevivência das populações atingidas por catástrofes climáticas, tais como a seca, as inundações, os terremotos, os furacões e outras. Não é apenas um gesto bonito e louvável, mas, na prática, um quilo de alimento doado pode significar a diferença entre a vida e a morte de uma criança, por exemplo. E os necessitados agradecem esse auxílio.
A expressão conectiva destacada em “...populações atingidas por catástrofes climáticas, tais como a seca, as inundações, os terremotos, os furacões e outras.” (linhas 54-57 – texto 4) apresenta valor semântico de