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No litoral de Itarema, paisagens de tirar o fôlego. Sol, muito vento e 35 quilômetros de praias. Em cada ponto, surpresas e encantamento. Ainda desconhecida dos turistas brasileiros, a primitiva praia de Patos é um exuberante oásis tropical, longe de tudo e de todos. Esta é a sensação que o visitante tem quando chega a Patos.
O nome Patos surgiu em 1889 com a fundação da fazenda, numa referência aos gigantescos marrecos que povoavam a região. Os animais que mais pareciam com patos – aves típicas do semiárido nordestino – eram presas fáceis dos coronéis José Gomes e Frederico de Andrade, de origem sobralense, considerados os primeiros moradores da região.
Historiadores contam que os dois foram responsáveis pela fundação da vila, um lugar rico em fauna e flora, bom também para a atividade pesqueira.
Refúgio selvagem cercado de mares, coqueiros, manguezais, rios e até mesmo de mistérios, Patos fica a 28 quilômetros do perímetro urbano de Itarema – o nome tem origem indígena e significa ‘pedra cheirosa’. Além do Morro dos Patos, como é conhecida a praia, o município tem outros atrativos para serem visitados, como a histórica igrejinha de Almofala, patrimônio nacional protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Projeto Tamar, as praias de Torrões, e os distritos do Porto, Guajiru da Ilha e Farol.
Em Patos, o cenário é cinematográfico: uma combinação de areias claras, mar de águas rasas – com ótimos pontos de mergulho –, coqueiros e lagoas. Além dessa harmonia, que resulta em tranquilidade para os turistas, o local é dotado de recursos naturais e nativos sempre atentos a uma boa “prosa”. Há outros atrativos que devem ser conferidos, como o belo pôr do sol, que pode ser apreciado de qualquer parte da praia, principalmente dos “cascudos” (relevo de cor escura) que existem em abundância.
Em “...um lugar rico em fauna e flora...” (linhas 19-20), há dois substantivos coletivos. Assinale a opção que apresenta a correta relação entre o coletivo e os seres que agrupa.