A estratégia do regime de acumulação fordista/keynesiano orientou-se fundamentalmente em uma tripla ação frente à “questão social”: por um lado, por uma ação estatal, cujas políticas sociais do Estado foram destinadas para a população mais pobre, com ações focalizadas e regionalizadas. Por outro lado, por uma ação mercantil, desenvolvida pela empresa capitalista, tornando os serviços sociais mercadorias lucrativas, e, por último, por uma ação do dito “terceiro setor”, ou da chamada sociedade civil organizada, desenvolvendo ações de intervenção filantrópica.