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Atente ao diálogo abaixo, entre o juiz e o acusado, em uma audiência de custódia e responda às questões 13, 14 e 15.
1 - Seu nome?
2 - Luiz Paulo da Silva
3 - O que o senhor faz aqui?
4 - Sei não, Sinhô!!!
5 - É verdade que o Senhor esfaqueou seu melhor amigo?
6 - Diz o povo, dotô, mais num fiz não, sinhô.
7 - O Senhor pode provar que é inocente?
8 - Posso, dotô. É só perguntar ao morto...
I- É clara a distinção no uso das variantes linguísticas utilizadas entre os interlocutores. Este fato, inclusive, compromete a clareza e plena compreensão do que é tratado entre ambos, fato que impede que o acusado entenda plenamente o que o juiz lhe pergunta.
II- O que se percebe no diálogo é que o poder econômico, atrelado à posição social, são empecilhos à clareza do que se afirma.
III- A variante linguística da qual o juiz se utiliza é a culta; já o acusado lança mão da linguagem coloquial, com características da variante popular matuta.
IV- Percebe-se nas respostas do acusado ingenuidade e infantilidade, além de tentativa de enganar o juiz.
É VERDADE o que se afirma apenas em