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Finalmente os computadores chegaram à escola. Os alunos olhavam para eles com orgulho, curiosidade e respeito.
Naquela noite, Marilena foi dormir feliz. Muito romântica, o computador era como um super-herói. Acreditava que ele transformaria a sua vida.
“Mas como? Não entendo nada de computação...” - pensou, insegura. E, para espantar a preocupação, virou-se na cama.
De repente, ouviu um barulho estranho. Olhou para o canto do quarto e... iluminado por uma luz azulada, lá estava ele: o computador. Imtrigada, a menina levantou-se, aproximou-se, pé ante pé, e qual não foi o seu espanto quando surgiu na tela do monitor um jovem simpático que foi apresentando:
_ Oi, Marilena! Prazer, eu sou o S.O.
_ Oi! _ respondeu ela, bastante surpresa. E pensou: “S.O? Só espero que não seja de Serapiano Osmundo...”
Como se tivesse adivinhado, o rapaz explicou: _ S.O, de “Sistema Operacional”, viu? E foi você mesma que me escolheu...
Trecho do conto “Sonhos” de Edith Modesto
Temos no texto acima: