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“Eu não creio, não posso mais acreditar na bondade ou na virtude de homem algum; todos são mais ou menos ruins, falsos e indignos; há porém alguns que sem dúvida com o fim de ser mais nocivos aos outros, e para produzir maior dano, têm o merecimento de dizer a verdade nua e crua...”
MACEDO, Joaquim Manuel de. A luneta mágica. São Paulo: Ática, 2001, p. 65.
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