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A Política de Atenção Integral à Saúde do Homem deve considerar a heterogeneidade das possibilidades de ser homem. Nesse sentido, o Ministério da Saúde passa a orientar, sob forma de política de saúde específica: I- As masculinidades são construídas historicamente e sócio-culturalmente, sendo a significação da masculinidade um processo em permanente construção e transformação.
II- O ser homem, assim como o ser mulher, é constituído tanto a partir do masculino como do feminino. Masculino e feminino são modelos culturais de gênero que convivem no imaginário dos homens e das mulheres.
III- Como uma questão de diferenças biológicas e, não só de gênero, essa consideração é fundamental para a promoção da equidade na atenção a essa população masculina, que deve ser considerada em suas diferenças por idade, condição socioeconômica, étnico-racial, por local de moradia urbano ou rural, pela situação carcerária, pela deficiência física e/ou mental e pelas orientações sexuais e identidades de gênero não hegemônicas.
IV- A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, além de evidenciar os principais fatores de morbimortalidade explicita o reconhecimento de determinantes sociais que resultam na vulnerabilidade da população masculina aos agravos à saúde, considerando que representações sociais sobre a masculinidade vigente comprometem o acesso à atenção integral, bem como repercutem de modo crítico na vulnerabilidade dessa população à situações de violência e de risco para a saúde.
V- Mobilizar a população masculina brasileira pela luta e garantia de seu direito social à saúde é um dos desafios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, que pretende tornar os homens protagonistas de suas demandas, consolidando seus direitos de cidadania.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada.