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Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
Oswald de Andrade. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1998, p. 34.
Sobre a colocação pronominal do poema, marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as proposições:
( ) A intenção do autor ao usar a próclise no último verso é quebrar com o padrão prescritivo do ensino de língua que valoriza a norma culta e a construção dos enunciados de acordo com as regras estabelecidas pela gramática.
( ) O poeta põe em discussão a regra que proíbe o emprego do pronome oblíquo átono em início de frase.
( ) Em “Dê-me um cigarro”, a colocação do pronominal está incorreta, pois deveria ocorrer um caso de próclise.
( ) O poeta se vale da ironia para criticar as regras de colocação pronominal ditadas pela gramática tradicional.
( ) Há, no poema, dois casos de colocação pronominal, ambos são próclises.
Está correta a sequência: