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Reescrever, editar e remixar na era digital: novos conteúdos?
Os historiadores da escrita defendem que ela passou por três grandes fases: manuscrita, livro impresso e eletrônica, cada uma definida por diferentes materiais e instrumentos. Também advertem que cada uma sobrevive ilimitadamente nas seguintes, se adequando a diferentes áreas de uso. Ao mesmo tempo que nascem novas práticas, nada desaparece, tudo se reorganiza.
Portanto, se apresentar as culturas escritas às crianças e aos jovens é fundamental, nos encontramos diante de um desafio: a cultura escrita é diversa. Ela existe de um modo manual, tanto a impressa como a digital. A questão não se reduz a deixar de escrever no papel para fazê-lo no computador. Quando se usam papel ou computador, são mantidos, em parte, os conteúdos a ensinar, mas se impõem novos e isso nos faz reformular o ensino. [...]
In: Revista Nova Escola, São Paulo: Abril, Ano XXVIII, nº 260, março de 2013, p. 71.
Do enunciado “Portanto, se apresentar as culturas escritas às crianças e aos jovens é fundamental [...]” (linhas 8-9), pode-se afirmar que: I- O termo “Portanto” introduz no fluxo informacional um encadeamento discursivo, determinando a orientação argumentativa.
II- O termo “às crianças” recebe acento grave por exigência da regência do verbo “apresentar”.
III- O termo “se” funciona no enunciado, em relação à sua colocação, pela mesma razão da expressão “A questão não se reduz” (linha 11).
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta, apenas, a(s) correta(s).