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Olhava para o mundo
Cheio de cores e carros
Cheio de prédios e pedras
Cheio de pessoas e passos
E tudo o que via
Era um vazio
Profundo e silencioso
Triste
Imenso
E sem propósito
Simplesmente
Porque ele havia dito
Que já não haveria mais nós
E sem nós
Para ela
- sangrando e confusa –
Já não havia mais nada.
A construção de um poema passa pela análise de sentidos próprios e figurados das palavras. Considerando o poema de Ruth Manus, há a presença de sentido figurado quando o eu-lírico