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As mudanças globais vivenciadas atualmente fomentam um novo paradigma nas relações trabalhistas, (...) que por sua vez têm sido percebidas, a partir da proliferação das novas modalidades de contrato e do declínio da oferta de empregos típicos/permanentes, como uma das consequências mais visíveis da flexibilização do mercado de trabalho.
Entre os trabalhadores que se enquadram na categoria de “trabalhadores precarizados”, fornecida pelo texto, estão