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O estigma de terra do "atraso", da "decadência", do marasmo e do ócio, serviu para se identificar o goiano por vários séculos, até que outra construção e outro estigma o substituísse, baseado na ideia de modernização em forma de progresso apregoada após o movimento de 1930. Através do viés do progresso os arautos de 30 procuraram reconstruir a imagem de Goiás e imprimir uma face mais contemporânea ao estado, o que poderia ser visto como a tentativa de inserir a região na construção da nação.
No âmbito político, a reconstrução da imagem do estado foi marcada pelo alinhamento com o governo nacional, cujo objetivo era