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Leia o caso clínico a seguir.
Uma paciente de 62 anos, hipertensa e dislipidêmica, vai ao pronto-socorro referindo episódio de dor precordial em aperto de forte intensidade, uma hora atrás. A dor durou 20 minutos, foi desencadeada por um stress no trânsito e esteve associada a leve náusea. Mesmo estando sem queixas, no momento, a paciente quis ser avaliada por um médico. Ao exame apresentava ritmo regular, FC = 65 BPM, PA = 120x80 mmHg e sem nenhuma outra anormalidade. O ECG, o raio X de tórax e a dosagem de Troponina realizados no PS foram normais. A paciente recebeu alta e, seis horas depois, teve uma parada cardíaca súbita em casa.
Nessa situação clínica,