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Leia o caso clínico a seguir.
Um homem de 68 anos foi internado em unidade de terapia intensiva por insuficiência respiratória aguda 72 horas após hemicolectomia. A pressão era de 100/60 mmHg, a frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto (regular), a frequência respiratória de 28 respirações por minuto e temperatura de 38,1 ºC. A análise da gasometria arterial mostrou PaO2 de 63 mmHg e saturação de oxigênio de 84%, com oxigênio suplementar de 5 L/min. A análise laboratorial mostrou concentração de hemoglobina de 11,0 g/dL, 84% de neutrófilos com desvio à esquerda notável, alguns esquizócitos no esfregaço de sangue periférico, creatinina de 2,4 mg/dL e concentração de bilirrubina total de 1,2 mg/dL. O paciente foi intubado e ventilado, obtendo uma saturação de oxigênio de 98% e estabilizado hemodinamicamente com cristaloides e administração intravenosa de vasopressor. Ele foi tratado com antibióticos de amplo espectro e contínua profilaxia com heparina subcutânea. Testes de coagulação de rotina mostraram uma contagem de plaquetas de 98.000 (152.000 no dia anterior), um tempo de protrombina (TP) de 17 segundos (normal, <12 segundos), o que equivale a uma razão normalizada internacional (INR) de 1,4, tempo de tromboplastina parcial ativada de 43 segundos (normal, <28 segundos), concentração de D-dímero de 7,5 μg/mL (normal, <0,5 μg/mL) e concentração de fibrinogênio de 3,5 g/L (normal, 1-3 g/l).
O diagnóstico do paciente é: