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Leia o caso clínico a seguir.
Um paciente de 25 anos acaba de dar entrada na unidade de pronto atendimento com história de ter sido vítima de acidente motociclístico há cerca de 30 minutos. No momento, encontra-se consciente, porém agitado, com PA: 80x60 mmHg, FC: 120 bpm, FR 18 irm e Sat 90%. À inspeção e ausculta, foram identificadas expansibilidade torácica assimétrica e diminuição de murmúrio vesicular à ausculta em hemitórax à esquerda. Após drenagem torácica de pneumotórax à esquerda com dreno conectado ao sistema de “selo d’água”, o paciente mantinha os dados vitais anteriores, mesmo após infusão de 2.000 ml de solução cristaloide intravenosa. O sistema de drenagem, embora funcionando adequadamente com checagem de suas conexões e de inserção correta do dreno, mantinha alto débito de escape aéreo, borbulhante e, ao RX de tórax, permanecia a imagem de pulmão colabado à esquerda.
Neste caso, o diagnóstico mais provável seria: