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J.B., do sexo masculino, de 43 anos, casado, pai de dois filhos, trata de um diabetes tipo 2 diagnosticado há mais de cinco anos. Internado há duas semanas em decorrência de descompensação de seu quadro clínico geral. Na entrevista psicológica, relatou que se sentia pouco capaz de seguir as recomendações médicas, mesmo considerando o apoio recebido da família e de seus colegas de trabalho. Relatou, ainda, que, antes da doença, conseguia desempenhar ações com mais competência, em comparação com os dias atuais. Ao longo da entrevista, apresentou certa dificuldade para entender as perguntas, comprometimento intenso da motricidade fina e sinais de pior desempenho em sua motricidade ampla. As perguntas eram feitas diversas vezes, dado que J.B. não conseguia assimilá-las. Complementarmente, quando se expressava, notou-se que assim fazia de forma lentificada, ainda que apresentasse uma deterioração da capacidade de reconhecer ou de identificar objetos presentes dentro do contexto da enfermaria. Não foram observados problemas relativos à visão, nem à audição, nem ao tato.
Segundo os autores, a alteração do estado emocional geral do paciente é do tipo: