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Paciente do sexo masculino, de 68 anos, ex-tabagista (15 anos/maço), advogado, dispneia progressiva até em pequenos esforços há cinco anos, tosse seca recorrente. Nega febre, nega escarro, nega dor torácica. Sem outras comorbidades. Avaliação reumatológica negativa, sem sintomas de refluxo gastroesofágico. Nega contato com mofo ou criação de aves. Nega uso de medicações contínuas atuais ou prévias. Espirometria: distúrbio ventilatório inespecífico, prova broncodilatadora negativa, CVF 62%, difusão de monóxido carbono 43%. Tomografia do tórax: opacidades reticulares, predomínio basal e periférico, com faveolamento e bronquiectasias, sem outras alterações.
Qual é o diagnóstico mais provável para a paciente?