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Há muitos anos os Gesseiros eram formados diretamente nas salas ortopédicas das emergências e ambulatórios de ortopedia e traumatologia. Em parte ensinados pelos próprios médicos ortopedistas e em parte por profissionais com mais tempo de experiência. Adquiriam assim um conhecimento quase exclusivamente prático e eram muitas vezes chamados de “ajudante de ortopedista”. Com o passar dos anos a importância desses profissionais tornou-se evidente e esta formação puramente prática tem sido substituída por cursos técnicos que buscam uma formação mais completa. Cada escola tem sua própria metodologia assim como cada profissional adquire também sua forma de trabalhar. Muito esforço ainda é necessário para a valorização da profissão e uma grande parcela deste esforço deve ser realizada no dia a dia deste profissional, pois apenas realizando seu trabalho com esmero e dedicação é que a importância da profissão pode ser percebida.
Embora existam formas diferentes de se realizar os procedimentos alguns pontos são comuns e algumas imobilizações precisam ser de conhecimento de todos os profissionais que trabalham com imobilizações.
São apresentados tipos de imobilização numerados de 1 a 5 na coluna da esquerda e na da direita, comentários a respeito de cada imobilização. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Velpeau
2 - Tração cutânea
3 - PTB
4 - Tala inguinomaleolar
5 - Tipóia
( ) Pode ser usada isoladamente como um tipo de imobilização e é obrigatória quando se usa um gesso axilopalmar.
( ) Usado no tratamento conservador de fraturas da perna e seu funcionamento exige que o paciente use o membro para deambular (é preciso orientar o paciente a pisar com a imobilização).
( ) Também chamada de “tubo”, permite que o paciente deambule com a imobilização que não engloba o pé.
( ) Feita com esparadrapo e ataduras e presas a um peso.
( ) Um tipo de enfaixamento frequentemente usado para fraturas da porção proximal do úmero.
Assinale a sequência correta.