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Uma mulher de 25 anos, estudante universitária, é encaminhada ao psiquiatra por seu clínico geral. Refere que há três meses vem apresentando episódios em que experimenta intensa ansiedade, o que tem interferido em sua rotina. Sente se assim quando está em salas de aula muito cheias, bem como quando está viajando sozinha de ônibus para o seu município de origem. No último mês, passou a experimentar o mesmo temor quando precisa ir ao banco ou ao supermercado. Desde então tem evitado todas essas situações, o que trouxe algum alívio de sua ansiedade. Como corria o risco de ficar infrequente no semestre, forçou-se a marcar uma consulta. Diante do exposto, pode-se considerar que o diagnóstico mais provável é o de