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A história das vacinas remonta ao século 18, quando o médico britânico Edward Jenner desenvolveu um imunizante contra a varíola. Altamente contagiosa, a doença viral que provoca febre, vômitos e lesões cutâneas assolou a humanidade em diferentes períodos. Especula-se que essa tenha sido a causa de uma epidemia misteriosa que matou um terço da população de Atenas em 430 a.C., e há registros da doença em múmias egípcias do século 3. Na Inglaterra de três séculos __________, era a responsável por 10% das mortes – até o início do __________ de Jenner.
Ao perceber que moradores de áreas rurais infectados com varíola bovina pareciam ser imunes à varíola humana, o médico aplicou em um garoto de 8 anos o pus coletado de uma __________ bovina. Após o menino se recuperar, Jenner então aplicou nele o pus de um paciente com varíola humana – e o pequeno não ficou doente. Surgia a primeira vacina. Quase dois séculos mais tarde, depois de um esforço global para imunizar a população, a varíola foi a primeira – e até hoje única – doença erradicada graças à vacinação.
A lógica por __________ das vacinas é conhecida: o objetivo é apresentar uma versão atenuada ou inativada de um patógeno para treinar as defesas do organismo. “É como se fosse um *spoiler de um filme, você conta o que vai acontecer para o seu sistema imunológico e ele se prepara para aquilo”, compara o epidemiologista da Fiocruz. “Quando falamos em doenças virais, a vacinação é a única forma de prevenir, não tem pílula mágica”.
O termo “assolou”, destacado no primeiro parágrafo, pode ser substituído sem prejuízo de sentido por: