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Considere o seguinte texto: A infecção por HIV vem sendo estudada, desde sua descoberta, por diferentes áreas do conhecimento. Inicialmente, o foco dos estudos e tratamentos disponíveis estavam na preparação para lidar com a morte após o diagnóstico ter sido efetuado. Com o advento da terapia antirretroviral (TARV), a preocupação passou a ser a convivência com a doença e a melhora da qualidade de vida, em função do aumento da sobrevida das pessoas diagnosticadas com o vírus. Assim, uma doença que antes era tida como terminal passou a ser considerada crônica (Brasil, 2008; Carvalho, Morais, Koller, & Piccinini, 2007; Church, 1998). Consequentemente, as investigações sobre o impacto psicológico da AIDS também se alteraram, deixando de ser voltadas ao enfrentamento da morte iminente, passando a centrarem-se no gerenciamento de uma doença crônica e ameaçadora à vida.
A respeito das diretrizes atuais de intervenção psicológica a pessoas infectadas com HIV, é correto afirmar: