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Pesquisas feitas em parceria pela Unicamp e pela USP determinaram que cinco espécies nativas da Amazônia são ricas em antioxidantes e têm alta eficiência anti-inflamatória no organismo – comparável à de estrelas do mercado de alimentos saudáveis, como o açaí e as frutas vermelhas tradicionais (morango, mirtilo, amora e framboesa).
Mas, para conseguir estudar o araçá-piranga (E. leitonii), a cerejado-rio-grande (E. involucrata), a grumixama (E. brasiliensis), o ubajaí (E. myrcianthes) e o bacupari-mirim (Garcinia brasiliensis), os pesquisadores precisaram da ajuda de “colecionadores de frutas” do interior de São Paulo, já que elas são tão pouco conhecidas e consumidas que, em alguns casos, estão ameaçadas de extinção.
Um deles é o “frutólogo” Helton Josué Muniz, que cultiva quase 1,4 mil espécies de frutas raras e exóticas em sua fazenda em Campina do Monte Alegre, à oeste da capital paulista.
No início do segundo parágrafo, a palavra “mas” foi utilizada para demonstrar uma relação de: