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Biologicamente, a reabsorção de um enxerto ósseo deve ser vista sob dois aspectos distintos: a arquitetura (ou tipo do enxerto) e a origem do enxerto. Os dois motivos aliados a fatores secundários, como qualidade cirúrgica e tipo do defeito ósseo, podem determinar maior ou menor reabsorção do enxerto. Se pensarmos em reabsorções relacionadas à arquitetura do enxerto, por que, ao fazermos reconstruções em bloco, devemos preferir utilizar enxertos corticomedulares?