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Durante uma auditoria interna, foi constatado que diversos setores de uma autarquia federal elaboravam comunicações externas com estruturas e estilos distintos. Alguns utilizavam linguagem coloquial em e-mails oficiais; outros redigiam ofícios em primeira pessoa ("Eu informo que...") e havia documentos sem identificação padronizada do signatário. O relatório apontou que essa prática comprometia a credibilidade institucional e dificultava a tramitação dos expedientes administrativos.
Pautado nos princípios da correspondência oficial e nas diretrizes do Manual de Redação da Presidência da República, é correto afirmar que a situação descrita viola simultaneamente os princípios da: