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Mangá: o estilo japonês conquista o Brasil.
A palavra mangá era um mistério total para os brasileiros não aficionados a quadrinhos, até pouquíssimo tempo atrás. Apesar de o Brasil ter uma das maiores especialistas no assunto - a professora Sônia M. Bibe Luyten - e desde os primórdios da nossa televisão exibirmos vários desenhos animados japoneses (anime) que surgiram de mangás - como A Princesa e o Cavaleiro, Fantasmas e Speed Racer (...) -, o mangá só ganhou espaço mesmo nas bancas e no dia a dia brasileiro na década de 90.
(...) Com certeza, a popularização teve influência do fenômeno Akira, um belíssimo mangá de Katsuhiro Otomo (...). assim como desenhos como Os Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z conquistaram um novo público para o traço.
Da mesma fora, várias editoras descobriram que o traço mais rápido do mangá conquistava os leitores mais jovens com facilidade - provavelmente em decorrência dos desenhos - e apostaram em lançamentos neste estilo (...).
(...) Personagens de olhos grandes, traço simples (por vezes transformado em infantil) com direito a gotas de suor e sangue, uma certa dose de violência (que tem sua raiz cultural no Bushido, ou código do Samurai) e até mesmo uma sensualidade comedida.
As expressões em destaque no texto expressam, respectivamente, ideia de: