///
Um pouco de reflexão linguística simples e fácil ajuda sempre!
O resultado das velhas e descabidas recomendações são textos repletos de “em um”, “porém”, “o qual”, “o mesmo”, “possuir”, “diferenciado” etc. sem, no entanto, o mínimo de coesão lexical, de boa construção sintática, de elegância e simplicidade de estilo. Aliás, essas muletas textuais são os principais sintomas de um texto ruim, empolado e mal escrito. Quando começo a ler um texto e logo aparece alguma delas, já sei que o que vem a seguir não é bom. Vamos então jogar fora essas muletas e tentar caminhar mais livremente pela escrita, sempre com o apoio da boa leitura e da boa reflexão sobre o funcionamento da língua.
(“Vamos largar as muletas e andar livremente pela escrita!”, de Marcos Bagno. Disponível em: <http://e proinfo.mec.gov.br/eproinfo/blog/preconceito/vamos largar-as-muletas-e-andar-livremente-pela escrita.html>. Acesso em: 22 mai. 2017. Com adaptações)
A argumentação desenvolvida pelo autor ampara-se no uso da palavra “muletas” no sentido: