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Uma universidade pública implantou um novo sistema unificado de ensino remoto, que permite aulas ao vivo, envio de vídeos, correções em tempo real e atividades síncronas entre professores e alunos. O sistema, que se baseia em plataformas como Zoom, Moodle e servidores de vídeo, entrou em produção em uma segunda-feira às 8 da manhã, momento em que cerca de cinco mil usuários simultâneos acessaram os recursos da rede. Logo nas primeiras horas, os analistas da área de TI observaram picos de latência em diversas conexões e relatos de usuários reclamando que a Internet estava travando, com vídeos congelando, chamadas sendo encerradas repentinamente e falhas no carregamento de páginas. Durante a análise dos logs dos equipamentos de rede, constatou se que os roteadores e switches da rede principal apresentavam filas de buffer sobrecarregadas, o que levou ao descarte frequente de pacotes. Como consequência, os protocolos TCP reduziram automaticamente as suas taxas de envio, impactando o throughput e provocando oscilações significativas na vazão. Em momentos de pico, a rede alternava entre subutilização e superutilização da largura de banda disponível. Além disso, como os pacotes estavam sendo descartados, aplicações sensíveis à latência, como chamadas de voz e vídeo, apresentaram atrasos, cortes e reconexões frequentes. Em algumas salas virtuais, os alunos sequer conseguiam permanecer conectados por mais de dois minutos sem perder a conexão. Os administradores detectaram, também, que os servidores tentavam restabelecer automaticamente as conexões, gerando tráfego adicional e agravando o congestionamento, o que aproximava a rede de um possível colapso por congestionamento.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que a camada do modelo TCP/IP mais afetada pelo problema descrito foi a de