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O termo Internet das Coisas, da sigla em inglês IoT (Internet of Things), pode despertar bastante curiosidade e soar complicado, mas, na verdade, representa uma tecnologia que já é utilizada por milhões de pessoas em todo o mundo, em busca de mais praticidade e conectividade no dia a dia. Conectados aos mais variados objetos, sensores e outros softwares ajudam a levar dados sobre o que acontece no mundo real para a Internet. Desde objetos domésticos a ferramentas industriais, tudo e todos podem se beneficiar da tecnologia.
“Por exemplo, a sua geladeira já sabe o mapeamento de produtos e que você compra leite sazonalmente. Ela nota que o seu estoque de leite está baixo dentro da geladeira e já emite um comunicado para o supermercado, encomendando o leite que depois você pode buscar ou receber em casa”, explicou Daniel Carius, CVO da Ribus e especialista em soluções de criptoativos e blockchain. Além de processos mais básicos da rotina, a Internet das Coisas pode influenciar no dia a dia de fábricas, transportadoras e hospitais, em logística, no varejo, no setor público e na segurança, por exemplo.
Tudo isso foi só foi possível por causa do desenvolvimento de outras tecnologias, tais como sensores, nuvem, machine learning e inteligência artificial, que ajudam a Internet das Coisas a captar, armazenar e entender comandos e dados. “Eu acredito que o impacto que vai gerar no cotidiano das pessoas é realmente um facilitador, porque as coisas já vão ter um armazenamento das informações do usuário e já vão poder, de forma automatizada, sugerir ações.”, acrescentou Carius.
A omissão da vírgula empregada logo após a palavra “artificial” (linha 26) manteria a correção gramatical do texto.