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O Distrito Federal (DF) avança cada vez mais nas ações de políticas públicas inclusivas, participativas e sustentáveis. O cenário na capital federal atraiu, inclusive, ações internacionais de financiamento para o planejamento urbano sustentável, como é o caso do CITinova, projeto de cooperação internacional que, coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), já destinou ao DF, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal (SEMA – DF), investimentos da ordem de R$ 35 milhões do Fundo Global do Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês).
“Pretendemos fazer de Brasília um exemplo de cidade sustentável com efeito replicável em muitas cidades do País e da região. Durante a visita de campo, ficamos felizes em ver a forte liderança do DF nesse projeto e o uso inovador da tecnologia digital no apoio ao planejamento urbano inclusivo e atento às questões climáticas”, afirmou o líder do programa Cidades Sustentáveis do GEF, Aloke Barnwal.
Por meio do financiamento, o governo do Distrito Federal (GDF) teve acesso a dados, metodologias e ferramentas para investir em tecnologias inovadoras, promover o planejamento urbano sustentável e integrado e desenvolver plataformas de conhecimento, com indicadores e bases de dados de soluções inovadoras.
Com o financiamento internacional, o GDF pôde avançar em ações contra as mudanças climáticas e em iniciativas para a proteção da biodiversidade. “Com esse recurso, fizemos um estudo muito grande e completo a respeito do antigo lixão, que hoje é a unidade de recebimento de entulho da Estrutural. Demos a contrapartida do que foi estudado e vamos tratar aquele passivo ambiental, que é o chorume. A ideia é que a gente encaminhe esse chorume para a estação de tratamento no aterro sanitário para tratar e devolver ao meio ambiente”, explicou o diretor-presidente do Serviço de Limpeza Urbana do DF.
Com a doação do GEF, também foi instalada a primeira usina fotovoltaica pública do País, que possibilitará o abastecimento de 46 prédios públicos, e ainda foram implementadas ações de proteção das bacias do Descoberto e do Paranoá. “Compete a nós fazer a preservação das bacias do Descoberto e do Paranoá com ações destinadas à preservação ambiental e à proteção das áreas mananciais. Também estamos com ações de educação ambiental a serem desenvolvidas para comunidades rurais ao redor dessas bacias sobre boas práticas ambientais, tais como manter árvores nativas para proteger o Descoberto”, destacou o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB).
O segmento “Compete a nós” (linha 43) poderia ser correta e coerentemente substituído por Compete-nos, em que a forma pronominal nos estaria exercendo a mesma função sintática de “a nós”.