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Terapia ocupacional
Terapia ocupacional é definida pelo COFFITO como “Profissão de nível superior voltada aos estudos, à prevenção e ao tratamento de indivíduos portadores de alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psicomotoras, decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos e(ou) de doenças adquiridas, por meio da sistematização e da utilização da atividade humana como base de desenvolvimento de projetos terapêuticos específicos, na atenção básica, média complexidade e alta complexidade”.
A terapia ocupacional utiliza como recurso terapêutico a ocupação humana para prevenir e tratar dificuldades físicas e(ou) psicossociais que interfiram no desempenho ocupacional, ou seja, no desenvolvimento, na independência e na autonomia do indivíduo em relação às atividades da vida diária (AVD), atividades instrumentais da vida diária (AIVD), trabalho e lazer.
Ela vai ao encontro da classificação internacional de funcionalidade, deficiência e saúde (CIF), ao compreender que a saúde está relacionada à capacidade dos indivíduos de se envolverem em ocupações e em atividades que permitam sua participação desejada ou necessária, em sua própria casa, no trabalho, na escola, em atividades de lazer e na comunidade ao qual está inserido.
O terapeuta ocupacional é um profissional dotado de formação nas áreas da saúde e nas sociais, sua intervenção compreende avaliar o cliente buscando identificar as disfunções ocupacionais considerando sua faixa etária, seu desenvolvimento, sua formação familiar e social. Ele compreende a atividade humana como um processo essencial ao desempenho das funções do indivíduo e interfere no cotidiano da pessoa comprometida para favorecer o desenvolvimento, aprimorar capacidades psico-ocupacionais, buscar melhoria do estado laborativo, social e de lazer, para proporcionar uma melhor qualidade de vida.
Em “ao qual está inserido” (linhas 24 e 25), ocorre um problema com a concordância, já que “inserido” deveria ser flexionado no feminino, para concordar com “comunidade”.