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A fórmula mais simples para definir a sociologia da religião consiste em dizer que ela analisa a fenomenologia religiosa com o auxílio dos instrumentos teóricos e empíricos que são típicos da sociologia. Historicamente, a ligação entre sociologia e sociologia da religião foi estreitíssima. As incertezas iniciais de uma recaíam sobre a outra, como também os progressos sucessivos em termos de confiabilidade científica. E também terá algum significado a coincidência, certamente não fortuita, de que os maiores expoentes da assim chamada sociologia geral sejam também enumerados entre os autores clássicos da sociologia da religião: é o caso tanto de Comte como de Durkheim, de Simmel como de Weber, de Sorokin como de Parsons.
Bourdieu, por meio da apropriação dos conceitos de Max Weber de sacerdote, profeta, mago e leigo, critica a religião, afirmando que ela contribuiria para que haja desigualdades na sociedade.