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A terceira usina nuclear planejada pela ditadura em Angra dos Reis transformou-se em uma novela sem fim. As obras, interrompidas nos anos 1980, foram reiniciadas em 2010 e, após vários percalços, novamente interrompidas em 2016, por dificuldades financeiras do governo e pela descoberta de corrupção na Eletronuclear.
Críticas à opção brasileira pela energia nuclear ancoram-se, essencialmente, na absoluta escassez de urânio no território nacional.