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Whey protein é a proteína do soro do leite bovino extraída durante a fabricação de queijo. Atualmente, é utilizada como matéria-prima em suplementos proteicos para atletas e na indústria alimentícia como aditivo na fabricação de uma série de produtos, como fórmulas infantis, alimentos fortificados e com teor lipídico reduzido, produtos cárneos, lácteos e de panificação.
O crescimento nas vendas desse tipo de suplemento foi impulsionado, no ano de 2005, com o lançamento de campanhas publicitárias com jogadores de rugby de alta visibilidade, que anunciaram aos consumidores em geral os suplementos proteicos associados ao ganho de massa muscular. As proteínas solúveis do soro do leite apresentam excelente perfil de aminoácidos essenciais, e são caracterizadas como proteínas de alto valor biológico. Durante o processamento do suplemento, a gordura e a lactose são filtradas e separadas, para se obter uma proteína mais concentrada, com menor teor de carboidratos e de lipídios. A pureza da whey protein encontrada no comércio varia de 35% a 95%, sendo o restante dos compostos essencialmente gorduras e carboidratos. A utilização das proteínas presentes no soro do leite evidencia propriedades favoráveis à saúde, como a redução do risco de doenças crônicas, degenerativas e infecciosas, a proteção do organismo contra microrganismos patogênicos e a proteção da mucosa gástrica contra a ação de agentes ulcerogênicos.
No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regula os alimentos para atletas mediante a RDC [Resolução de Diretoria Colegiada] n.º 18, que classifica a whey protein como “suplemento proteico para atletas”. Segundo a Resolução, esse produto deve conter, no mínimo, 10 g de proteínas por porção recomendada para consumo pelo fabricante. Conforme estudos recentemente divulgados, amostras de whey protein comercializadas no Brasil apresentaram irregularidades quanto à composição nutricional, considerando-se os limites de tolerância de ± 20 % em relação aos valores de nutrientes declarados na rotulagem.
Internet: <http://www.ial.sp.gov.br> (com adaptações).
Na linha 2, a flexão, no masculino, do vocábulo “extraída” ─ extraído ─ preserva a correção gramatical do período, mas altera os mecanismos de referenciação.