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As decisões de bombardear a Síria, romper o pacto nuclear com o Irã, distanciar-se de seus aliados atlânticos, transferir a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém e reunir-se, cara a cara, com o líder da Coreia do Norte lhe deram, entre os seus, aquilo que jamais teve: ares de estadista. Não é que tenham diminuído as críticas dos democratas. Pelo contrário, o furor antitrumpista não para de crescer e o próprio Barack Obama tem quebrado seu silêncio.
A Síria é rival histórica também da Rússia desde os tempos da União Soviética, o que a deixa sem apoio militar externo de grande porte.