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Estima-se que mais de sessenta mil pessoas morram anualmente de causas relacionadas a desastres naturais, a maioria delas nos países em desenvolvimento, e esse número esteja longe de representar o impacto indireto das mudanças climáticas sobre a saúde das populações. Muitas das maiores causas globais de morte são altamente sensíveis às condições climáticas. Malária, diarreia e má nutrição matam milhões de pessoas a cada ano, principalmente crianças. Sem ações efetivas que reduzam as atividades humanas que interferem no clima e busquem formas de adaptação às mudanças climáticas, as pressões dessas condições serão cada vez maiores e seu controle mais difícil e caro.
Nesse cenário, destaca-se a importância de se fortalecerem os sistemas públicos de saúde e de ter em mente que a prevenção é tão importante quanto a cura. A redução dos impactos das atividades humanas no clima global requer mudanças comportamentais de indivíduos e comunidades, mas, principalmente, a adoção de políticas governamentais voltadas, por exemplo, para o uso de energia limpa e para a implantação de sistemas de transportes sustentáveis. A redução do impacto das mudanças climáticas visa essencialmente à preservação da saúde das populações e do planeta.
No trecho “importância de se fortalecerem” (linhas 13 e 14), a partícula “se” indica que o sujeito da oração é indeterminado.