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Paciente do sexo feminino, 50 anos, com quadro depressivo grave é trazida ao ambulatório de psiquiatria. Em seu prontuário consta que já teve episódios semelhantes no passado que foram tratados com sessões de eletroconvulsoterapia (ECT). Os familiares que a acompanham contam que, desta vez, há um fato novo: pela manhã a paciente apresentou um episódio aparentemente convulsivo. Sobre a realização de ECT para este caso, é verdade que: