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“A cartografia escolar, ao trabalhar com formas geométricas, cores e outros signos, cria condições para a identificação de símbolos que representam fenômenos geográficos e para a construção da legenda. Quanto à escala, não deve restringir se apenas a avaliar a relação entre o tamanho do desenho – a representação – e o real. Deve-se verificar nos desenhos a continuidade ou descontinuidade da área representada; a separação dos lugares, que podem ser isolados, mesmo fazendo parte de um conjunto, dando a impressão de que a criança está na fase de incapacidade sintética quanto às relações topológicas” (CASTELLAR, Sonia. A cartografia e a construção do conhecimento em contexto escolar. In: Novos Rumos da Cartografia Escolar – Rosangela Doin de Almeida (org.) – Ed. Contexto, p. 131).
Trabalhar com produtos cartográficos em sala de aula exige distintos contextos de aprendizagem, que devem corresponder tanto ao conteúdo trabalhado quanto à realidade e faixa etária dos estudantes. Relacionando a reflexão da autora a partir do trecho selecionado, assinale a alternativa que melhor condiz com o papel da escala e a fase de desenvolvimento da cognição espacial: