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As leishmanioses são infecções parasitárias causadas por protozoários do gênero Leishmania e transmitidas ao ser humano por dípteros da subfamília Phlebotominae. Clinicamente, apresentam-se sob duas formas: tegumentar e visceral. São infecções frequentes no Brasil e em várias partes do mundo – há registros de ocorrências em cinco continentes. Casos dessas parasitoses têm sido observados nas Américas desde o seu descobrimento, com a descrição de lesões cutâneas e mucosas em índios e em indivíduos que penetravam na região da Cordilheira dos Andes. O quadro geral mostra, nos diversos órgãos acometidos, hipertrofia e hiperplasia do sistema fagocítico mononuclear, com amastigotas no interior das células. Os órgãos mais acometidos pela enfermidade são o fígado, o baço, a medula óssea, os linfonodos, rins, pulmões e o tecido linfoide intestinal.
Com relação aos padrões de alterações morfológicos apresentadas no fígado, é correto afirmar: