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Paciente do sexo masculino, 58 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde com queixa de dispneia progressiva de longa duração, tosse pouco produtiva e antecendente de tabagismo de 2.5 maços por dia desde os 16 anos de idade. À ectoscopia: tórax com diâmetro anteroposterior aumentado e murmúrio vesicular diminuído globalmente. Espirometria: VEF1: 40% e VEF1/CVF: 0.58 pós-uso de broncodilatador. Oximetria de pulso: 84% em ar ambiente. Solicitado tomografia computadorizada do tórax de alta resolução, a qual revelou alterações compatíveis com enfisema parasseptal bilateral. Qual medida está associada à melhora da sobrevida desse paciente em longo prazo?