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O modelo inglês foi um dos que serviram de inspiração na construção do Sistema Único de Saúde do Brasil e é o que mais se aproxima da estrutura atual do modelo brasileiro. “No final da década de 1970, início dos anos 80, tínhamos alguns modelos. Os principais eram os dos países socialistas, mas nenhum deles se mostrou, ao longo do tempo, muito apropriado, a não ser o modelo cubano, de cobertura absolutamente integral, mas que tem um grave problema de acesso à tecnologia e à inovação. Embora os cubanos tenham grande capacidade tecnológica e de inovação, eles não têm recursos”. Outros modelos como o alemão, que é baseado no financiamento do tipo previdência, ou o francês representam, em sua opinião, uma rediscussão de aspectos já superados no Brasil. “Devemos insistir na configuração do sistema de forma semelhante à do NHS, embora o Reino Unido tenha sofrido um impacto tremendo da Covid-19 tanto como os EUA, que não têm nem sistema de saúde”.
(Fonte: http://cee.fiocruz.br/?q=Impactoda-pandemia-sobre-o-SUS aprendizado-e-oportunidades. Acesso 20 de novembro 2020.)
O texto acima confirma que: