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A geometria formada num corpo deformado resulta da deformação de uma esfera imaginária contida no corpo antes da deformação. Quando um corpo sofre deformação, ele pode experimentar mudanças nas posições de cada uma das partículas que o constitui. Para descrever essas mudanças pode-se localizar um determinado ponto no corpo não deformado e imaginar uma pequena esfera centrada nesse ponto. No corpo deformado, essa esfera se transforma em um elipsoide. A deformação é definida pela comparação entre a forma e tamanho do elipsoide resultante e a forma e tamanho da esfera inicial. Em geral, no interior de um grande corpo geológico, a orientação do stress varia de lugar para lugar, dependendo de vários fatores (espessura da crosta, reologia do material, natureza de estruturas pretéritas, existência de descontinuidades). Essa variação é conhecida como campo de tensão, que pode ser representado e analisado pelo digrama da trajetória de stress. Os eixos dos elipsoides variam de acordo com o stress aplicado na superfície rochosa. Desta forma, esses eixos podem sofrer: