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As diversas fases tectono-magmáticas da Bacia do Espírito Santo são representadas pelas formações cabiúnas (rifte) que de alguma forma estão associadas aos derrames basálticos da Fm. Serra Geral e Abrolhos (pós rifte), por sua vez, está associado às bacias rifte terciárias do Estado do Rio de Janeiro. O modelo proposto para a formação das bacias marginais é baseado em McKenzie (1978), que admitiu: