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No século passado, o tratamento da urolitíase em cães e gatos era basicamente cirúrgico. Recentemente, com o advento de novas tecnologias minimamente invasivas, o manejo terapêutico das urolitíases está em evolução. O desafio dos clínicos veterinários é ir além da abordagem cirúrgica tradicional e considerar alternativas menos invasivas. Os tutores devem ser informados adequadamente sobre as opções terapêuticas disponíveis, ao passo que os clínicos devem estar cientes sobre os riscos associados às diferentes indicações.
(Adaptado de: LULICH, J. P.; BERENT, A. C.; ADAMS, L. G.; WESTROPP, J. L.; BARTGES, J. W.; OSBORNE, C. A. ACVIM Small Animal Consensus Recommendations on the Treatment and Prevention of Uroliths in Dogs and Cats. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 30, n. 5, p. 1564 - 1574, 2016.)
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