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No livro Aula de português: encontro e interação, de Irandé Antunes (2003), a autora afirma: Não falamos nem escrevemos todos do mesmo jeito, em qualquer situação ou para quaisquer interlocutores. Falamos e escrevemos, com maior ou menor formalidade, mais ou menos à vontade, com maior ou menor espontaneidade e fluência. Há momentos, de fala ou de escrita, em que tudo o que vai ser dito pode ser dito sem muita ou sem nenhuma formalidade, como há momentos em que tudo precisa ser cuidadosamente planejado e controlado. (ANTUNES, 2003, p. 54)
Nesse sentido, analise as seguintes proposições:
I. A fala informal caracteriza-se por uma linguagem permeada de expressões fáticas em contextos de conversação coloquial.
II. A escrita formal usa de recursos paralinguísticos e supra-segmentais como suas principais sustentações da interlocução.
III. É difícil a pretensão de um marco divisório entre a fala e a escrita porque há muito mais de diferente do que semelhante entre as duas.
IV. Não basta o cumprimento do ato de escrever para a adequação e relevância das produções linguísticas, mas também a feitura de etapas intercomplementares, como o planejamento e a reescrita.
A partir disso, considere as alternativas que não apresentam a concepção de Antunes (2003) sobre a escrita mais formal, a fala mais informal e suas diferenças: