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Para Villaça (1998), a segregação sócio-espacial urbana é “um processo necessário para o exercício da dominação social por meio do espaço urbano, decorrendo da luta de classes em torno das vantagens e desvantagens do espaço construído”. A segregação decorre principalmente do deslocamento espacial das classes sociais produzido pela valorização imobiliária de algumas “localizações” privilegiadas. Uma das características mais marcantes da metrópole brasileira é a segregação espacial dos bairros residenciais das distintas classes sociais, criando-se sítios sociais muito particulares. Considerando a reflexão trazida sobre o conceito de segregação sócio-espacial, é correto afirmar que: